Lembranças!
Houve um tempo em que a vida era muito excitante. Terminávamos um dia de trabalho exaustivo e ainda tínhamos fôlego para ficarmos papeando na porta do trabalho até tarde. Era como se alguma coisa nos prendesse ali.
Quando chegava em casa, procurava me informar sobre assuntos banais do cotidiano,como: qual o time ganhou a partida de futebol ou como foi a novela, para que na manhã seguinte, ao chegar ao trabalho, pudesse conversar com meus colegas. Na época, eu era a única funcionária do sexo feminino daquele estabelecimento e isto fazia-me ser especial.
Nos finais de semana, programávamos atividades juntos, parecíamos uma família! Éramos muito felizes! Até que todos tomamos rumos diferentes e nunca mais nos reencontramos. Mas de vez em quando ficamos sabendo por um ou outro: O fulano morreu! Casou-se! Mudou-se!
Quando as lembranças vem, pergunto-me: Por que temos mesmo que nos afastarmos das pessoas, seguirmos rumos diferentes, abandonarmos nossos costumes e viver uma vida que não é a nossa, mas imposta por um determinado grupo?
Até quando...?
Quando chegava em casa, procurava me informar sobre assuntos banais do cotidiano,como: qual o time ganhou a partida de futebol ou como foi a novela, para que na manhã seguinte, ao chegar ao trabalho, pudesse conversar com meus colegas. Na época, eu era a única funcionária do sexo feminino daquele estabelecimento e isto fazia-me ser especial.
Nos finais de semana, programávamos atividades juntos, parecíamos uma família! Éramos muito felizes! Até que todos tomamos rumos diferentes e nunca mais nos reencontramos. Mas de vez em quando ficamos sabendo por um ou outro: O fulano morreu! Casou-se! Mudou-se!
Quando as lembranças vem, pergunto-me: Por que temos mesmo que nos afastarmos das pessoas, seguirmos rumos diferentes, abandonarmos nossos costumes e viver uma vida que não é a nossa, mas imposta por um determinado grupo?
Até quando...?
Comentários
Postar um comentário