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Todos os dias ele está lá, na sua janela da vida, viril, imponente, sério, nervoso, transtornado!
Queria afagar seus cabelos, massagear a sua nuca, abraçar-lhe. Dizer o quanto ele fica bem quando, sem perceber, solta uma gargalhada descompromissada.
Queria saber sobre o que ele pensa? O que faz no final de semana?
Poderia estender a minha mão e convidá-lo para conhecer um mundo novo, cheio de vida, de esperança! Um mundo simples, alegre, descontraído. No entanto, o medo de ser invasiva, incoveniente me assusta e me paralisa. O que fazer? Dá tempo ao tempo!

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